Curitiba tem carro que anda sem motorista

Curitiba é uma cidade estranha. Eu gosto muito de lá, morei lá muitos anos, mas que é estranha é.

Agora eles me aparecem com essa: um carro sem motorista. O cara estaciona o carro na rua e vai encher a cara no Stuart fazer compras na Rua das Flores. Quando volta, cadê o carro? Pensando ter sido assaltado, o cara se desespera, chama por socorro, até que um trauseunte lhe fala:

- Então é seu aquele carro que anda sem motorista? Está lá para baixo, duas quadras, batido em um poste.

O carro não gostou do local onde tinha sido estacionado e resolveu, por conta própria, mudar de lugar. Cruzou duas quadras e acabou perdendo o controle e batendo em um poste.

A prefeitura que multar o carro por furar o sinal vermelho, mas não sabe para onde mandar os pontos.

Amplexos.

Fonte: G1

PS maldoso 1: Depois, quando eu digo que curitibano dirige mal, me xingam. Nem puxar freio de mão eles sabem!

PS maldoso 2: Os repórteres locais estão exultante, pois vão ter como preencher o jornal local por um mês.

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Desculpem a nossa falha - De volta a programação normal

Por uma absurda falha do estagiário que cuida da administração do blog, chamado Marcelo Rosa, ele estava fora do ar desde ontem à noite.

Por sorte, o chefe chegou do carnaval, detectou a falha e corrigiu. Agora meu imenso batalhão de leitores pode respirar aliviado e aproveitar o conteúdo do blog menos lido da internet.

Amplexos.

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Como desafiar um bar inteiro e sair vivo

Continuando aquelas estórias incríveis que acontecem em bares, como aquela do PT Cruiser, essa aconteceu em um bar do Itaim Bibi, em São Paulo.

Três casais em uma mesa, conversando e bebendo alegremente. Só tinha um detalhe: uma das mulheres era objeto de cobiça de todos os homens do bar, talvez até de algumas mulheres também. Era daquelas que você não pode deixar de olhar quando vê na rua, mesmo sob pena de dormir no sofá à noite. E se vestia de forma a valorizar suas formas, quase dizendo: me olhem.

Eu tinha a sorte de estar sentado próximo da mesa dela, e vi o desconforto que reinava nos dois. Sim, porque a cada ida dela ao banheiro (e mulher quando bebe vai ao banheiro pacas) era uma festa no bar, dezenas de pescoços se virando, muitos pares de olhos admirando o belo andar da moça.

Apesar do desconforto, eles foram ficando e bebendo mais e mais. O leitor pode pensar que uma tragédia se anunciava, pois cada vez mais a atitude dos “admiradores” da bela irritava o seu namorado. Mas, para a sorte de todos, ele resistiu firme. Até o momento de ir embora.

Penso que ele deve ter pensado: “vou sacanear esse povo todo que esta olhando para minha mulher”, pois levantou com cara de bravo, protegendo a mulher e se encaminhou para a porta, entregando ao valet o tiquete do carro. E o bar todo saboreando com os olhos a bela paisagem que se via do lado de fora (o bar era aberto, estilo Rio de Janeiro). Até que ele resolveu agir.

Tirou a mão da cintura dela e colocou-a, estratégicamente, na parte mais olhada pelo bar. Mas não pensem vocês que foi aquela mãozinha de farmacêutico aplicando injeção. Foi mão mesmo. Com “M” maiúsculo. E, melhor ainda, foi correspondido, pois logo logo a mão dela fez o mesmo nele.

Um silêncio constrangedor caiu sobre o bar. Até se ouvia a música ao vivo. O recado estava dado: “Pode olhar, mas quem vai comer fazer amor com ela hoje sou eu. ”

Tem muito plaiboyzinho por aí que podia aprender com esse cara. Muita briga em bar seria evitada.

Amplexos.

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Vaca é morta por populares, depois de ser roubada

Parece trivial, não? Mas o incrível é que os ladrões estavam fugindo em um carro, COM A VACA NO BANCO DE TRÁS, e bateram, ferindo o ruminante.

A população do vilarejo do Norte da Malásia não conversou. Acabou o serviço mal feito dos ladrões e aproveitou a carne.

Como a vaca entrou no carro é um mistério. Também não se sabe quem ficou com a picanha.

Fonte: G1

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Porque eles nunca acertam?

Não sei quanto a vocês, mas eu estou de saco cheio de ser considerado culpado pela matança nas estradas. Passou Natal, Ano Novo e só se ouvia policiais rodoviários (que incrivelmente aparecem quando tem uma camera e um microfone por perto) dizendo que a culpa é dos motoristas, que correm e bebem.

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Back @ Home

Sim, estou de volta à São Paulo, após mais de um mês fora.

É sempre bom estar em casa. Apesar de ter ficado em um local em que me sinto em casa, aqui estou cercado com minhas coisas, meu dia a dia.

Acho que agora consigo voltar a escrever regularmente. Apenas algumas mudanças tiveram que ser feitas. O copo de vinho ou cerveja ao meu lado foi substituído por um de água, mas tudo bem.

Amplexos.

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Novela Hospital Vita - Parte II - Os Dias na UTI

Então me internaram. E na UTI cardiológica, para verificar se não era um problema cardiológico ou neurológico (nessa altura eu já tinha feito dois ECG e nenhum tinha acusado nada). Durante a entrada, quando me colocaram na cama, instalaram os monitores e fizeram a medicação inicial, minha opinião até que foi positiva. As enfermeiras super atenciosas, eficientes, o local bem organizado, enfim, me senti seguro de que ia ser bem tratado.

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Esses dois me lembram uma crônica do Veríssimo

Sabem aquela crônica do Veríssimo que fala do cara que inventou o slogan “O Chivas Reagal dos whiskies”, e depois só ficava sentado, tomando champangne e com um sorriso bobo na cara? Pois é, Vinton Cerf e Robert Kahn sempre me lembram desta crônica. Read More »

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Novela Hospital Vita - Parte I - Emergência

Desde o dia 8/12, minha voz começou a ficar rouca (sem dor na garganta) progressivamente. Tive acessos de tosse à noite em casa, que tinham sintomas diferentes do que estou acostumado (tenho bronquite desde criança).

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Hospital VIta Curitiba - Exemplo de Desorganização e incompetência

Artigos da série Hospital VIta

  1. Hospital VIta Curitiba - Exemplo de Desorganização e incompetência
  2. Novela Hospital Vita - Parte I - Emergência
  3. Novela Hospital Vita - Parte II - Os Dias na UTI
  4. A Novela Hospital VIta - Parte III - O Desfecho

Pergunte a qualquer um que more em Curitiba sobre o Hospital VIta, e com certeza você ouvirá que ele e uma referência. Eu mesmo tinha essa visão, pois a Josi trabalhou lá no início das atividades do hospital, e as características eram de um hospital no nível do São Luiz ou do Einstein. Read More »

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