Revoltante, absurdo. Tinha que ficar presa alguns anos por isso.

Hitler errou em uma coisa quando autorizou o Holocausto: o alvo. Ao invés desta babaquice que matar judeus, que disparou uma série de eventos pelos quais o mundo todo sofre até hoje, ele devia ter exterminado, ou pelo menos esterilizado pessoas que tivessem os genes parecidos com os dessa mulher que vou descrever agora.

A perua mulher quer fazer compras e não quer carregar o bebê de um ano. Aí faz o que? Deixa ele no carro, parado na rua, com as portas destrancadas. E como se não bastasse ser desumana e não merecedora de ter um filho, ainda é idiota o suficiente para deixar o carro sem o cartão de estacionamento. Essa foi a sorte do bebê.

A fiscal da Zona Azul (sistema de estacionamento rotativo de São Paulo) estava calmamente fazendo seu trabalho diário de multar os motoristas quando viu o bebê dentro do carro. Ficou nervosa e chamou a polícia militar. 50 minutos depois, chega a perua mãe do nenê. 

Fora o fato de poder ter morrido, o bebê ainda podia ter sido seqüestrado.

Infelizmente esses casos se repetem aqui em São Paulo, quase sempre de forma fatal para a criança. Alguns são causados por distrações, que, podem ser explicadas, mas não são justificáveis. Mas essa perua mulher, pelo que conta a reportagem do G1, nem estava preocupada com a criança. Me dá vontade de procurá-la e agredi-la. Sério, isso me atinge muito.

O mundo seria muito melhor sem pessoas assim. Espero que ela não ensine isso ao filho dela, realmente.

Amplexos revoltados.

G1.com.br > Edição São Paulo - NOTÍCIAS - Mãe sai para compras e deixa filho dentro do carro

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